Ganhou novos capítulos a disputa na Família Imperial Brasileira pelo Palácio do Grão Pará, em Petrópolis, com a decisão da desembargadora Teresa de Andrade, da 13ª Câmara de Direito Privado do TJ/RJ, impedindo o príncipe Dom Pedro Tiago de Orléans e Bragança (foto: Reprodução – O Globo/ Márcia Foletto), Príncipe Imperial do Brasil, a retornar ao Palácio do Grão-Pará, em Petrópolis/RJ. A disputa pelo Palácio que vem se arrastando há anos, ganhou força em julho quando Dom Pedro deixou o Palácio para fazer exercícios e ao retornar foi impedido por seguranças da Companhia Imobiliária de Petrópolis, dona do imóvel, de entrar no Palácio. O príncipe teria conseguido contornar a construção e entrar, mas teria ficado encastelado, ocasião em que temeu pela sua segurança. O imóvel, onde o príncipe alega morar desde que nasceu, pertence à Companhia Imobiliária de Petrópolis (CIP), que tem entre seus sócios o pai dele, Pedro Carlos de Orléans e Bragança, e os tios Afonso e Francisco de Orléans e Bragança. Com isso, o palácio permanece, por enquanto, sob a posse da companhia, que contesta a versão do príncipe e afirma que Dom Pedro não exercia posse própria sobre o palácio, mas ocupava o local em razão de contrato de comodato firmado entre a empresa e seu pai.










