Segundo a procuradora de Justiça do Ministério Pùblico de Minas Gerais, Reyvani Jabour, (foto: MPMG/Divulgação) limitar os pagamentos desvaloriza a carreira e pode levar a uma debandada na direção da iniciativa privada. Um dos penduricalhos que os promotores e procuradores mineiros deixarão de receber será o auxílio-saúde. A procuradoria tem salários mensais entre R$ 30 mil e 40 mil acrescidos do que faz os olhos de grande parte da população brilhar: estabilidade, previsibilidade. Já na iniciativa privada, atuando em áreas como direito público e regulatório, infraestrutura e concessões, os ganhos podem chegar a R$ 100 mil mensais, mas com mais riscos e muito menos estabilidade. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, a média salarial no Brasil é de R$ 3.562,00 entre a população CLT.











