O momento é decisivo para a economia brasileira, com infraestrutura e transição energética no centro das atenções de investidores e formuladores de políticas públicas. Mas o setor de infraestrutura representa um gargalo para o crescimento econômico, especialmente nas áreas de transporte e energia: entraves históricos, como a escassez de ferrovias e a dependência de rodovias para o escoamento de cargas, aumentam os custos logísticos e reduzem a competitividade do país no cenário global. Além disso, a transição para uma matriz energética mais limpa tornou-se essencial atender aos compromissos climáticos internacionais e responder à crescente demanda por fontes renováveis e de baixo carbono.
Para Joisa Dutra (foto/reprodução internet), economista e professora da Fundação Getúlio Vargas, “as empresas que assumem riscos e investem em infraestrutura, além de melhorar a competitividade nacional, ajudam o país a aproveitar suas vantagens naturais na área de energia, integrando clima, economia e meio ambiente de forma positiva”, explica.