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E-commerce político

Por Paulo César de Oliveira
- Atualizado em 27 de outubro de 2022
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Nas eleições deste ano, os grandes ganhadores não têm partido, muito menos defendem um candidato específico. O vencedor improvável deste ano foi o famoso tráfego pago. Ao todo, contando todo tipo de impulsionamento de conteúdo, foram investidos mais de R$ 225 milhões para distribuir propaganda eleitoral nas redes, se tornando a 9º maior despesa de todas as campanhas políticas, segundo o próprio TSE. No Ranking de Fornecedores, disponível no site oficial de divulgação de contas do TSE, os primeiros colocados foram Facebook (R$ 74 milhões) e Google (R$63 milhões), seguido da DLocal e da Adyen, duas empresas de pagamentos cujos serviços são usados pelas plataformas. O custo por mil visualizações (CPM) de um anúncio no Facebook e Instagram, aumentou 1800% na primeira quinzena de campanha eleitoral. (foto/reprodução internet)

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