A crise no STF também empurra com a barriga 13 ações que questionam pontos da reforma da Previdência de 2019. A espera se soma a outras demandas previdenciárias ainda sem definição, como a possibilidade de trabalhadores autônomos complementarem contribuições pagas abaixo do valor exigido para acessar regra de transição mais vantajosa; e a definição sobre a pejotização, tema que discute a validade e eventual fraude dos contratos firmados entre empresas com pessoas jurídicas. Pelo andar da carruagem de vossas excelências, essas e outras decisões de grande impacto social devem ficar somente para 2027. (Foto: Gustavo Moreno/STF)












