Presidido pelo desembargador Vicente de Oliveira Silva(foto: Juarez Rodrigues/TJMG) desde o dia 1º de julho, o TJMG informou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) ter R$ 3,4 bilhões em valores retroativos devidos a magistrados. Desse montante, a Corte incluiu no orçamento de 2026 a previsão de R$ 839 milhões para eventuais pagamentos, o equivalente a cerca de um quarto do passivo. O tribunal ressalta, porém, que a liberação dos recursos dependerá das regras a serem definidas pelo STF e pelo CNJ, além da efetivação dos repasses do Tesouro estadual. O tema está sob auditoria da Corregedoria Nacional de Justiça, que deverá apresentar um levantamento nacional em agosto.










