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A sucessão em Minas é jogada

Apesar de estarmos ainda no último dia de maio, distante até mesmo de definições sobre regras da disputa, a sucessão em Minas já está sendo articulada pelos partidos. O governador Romeu Zema (foto), sabe-se agora com certeza, é candidatíssimo à reeleição e trabalha para articular uma ampla coligação de apoio o que agora, dizem, será permitido pelo seu partido, o Novo, que pretendia ingenuamente, como “São Jorge de bordel” inovar, proibindo os acertos, normalmente espúrios. Mesmo buscando apoios de outras legendas, há quem garanta que o secretário Mateus Simões poderá ser o vice, compondo assim uma chapa “puro sangue” do Novo. Zema, mostram algumas pesquisas, está bem avaliado no interior, chegando a 65% de aprovação, o que o tem estimulado para a busca de um novo mandato. Enquanto isto, o prefeito Kalil, embora negando, é candidato à sucessão em Minas e companheiro de chapa, corre a boca pequena no meio político, será o presidente da Assembleia, deputado Agostinho Patrus. O senador Carlos Viana se apresenta como o fato novo e tem anunciado sua saída do PSD, onde prevalece a opção por Kalil, para ser candidato a governador pelo partido a que se filiar. Viana, que é um dos vice-líderes de Bolsonaro, ainda não tem formatado um possível arco de apoios, caso consiga se colocar como candidato. O vice-governador Paulo Brant, que pode se filiar ao PSDB, DEM ou PTB, entre outros, é outra candidatura possível para a disputar à sucessão mineira. Neste processo, queiram ou não, o nome do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, não pode ser descartado. É sim um nome no xadrez sucessório de Minas e, dependendo da evolução do quadro nacional, no xadrez nacional. Muita água ainda vai rolar 

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