Pela primeira vez em quatro décadas, Aécio Neves não disputará um cargo eletivo. Desde 1986 ele esteve presente em todas as eleições, seja concorrendo a uma vaga na Câmara dos Deputados, ao governo estadual, ou ao Senado. Sem Aécio – que anunciou nesta terça-feira, 4, que ficará de fora para conduzir a reorganização do PSDB para que o partido volte ao cenário como protagonista – o eleitorado identificado com o campo de centro, e que esperava que ele saísse candidato ao Senado, viverá um certo vácuo. Aécio Neves, em seu comunicado, classificou o momento como “de transição”: entre o radicalismo e o que espera para as eleições de 2030: “Um governo liberal na economia, inclusivo no campo social, responsável no campo fiscal e pragmático na defesa dos interesses do Brasil.” (foto: Kayo Magalhães/CD)










