A decisão do ministro Alexandre de Moraes de autorizar Jair Bolsonaro (foto Pablo Porciuncula/AFP) a cumprir prisão domiciliar foi celebrada por aliados, mas com ressalvas. Michelle Bolsonaro destacou o aspecto humano: comemorou a ida do marido para casa e disse confiar “no amanhã que pertence a Deus”. Já lideranças da direita miraram o prazo de 90 dias para reavaliação da medida. O senador Rogério Marinho afirmou que a fixação desse limite contraria precedentes do próprio ministro e sugeriu tratamento desigual em relação a outros casos, como o de Fernando Collor. Filhos do ex-presidente adotaram tom ambivalente: alívio pela volta ao lar e crítica ao processo. Carlos Bolsonaro ressaltou que domiciliar “não é liberdade” e contestou a condenação. Jair Renan celebrou a possibilidade de recuperação do pai e defendeu que a permanência em casa se torne definitiva.











