A mineira Cármen Lúcia (foto), ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), disse em uma palestra ontem que, o país não tem "vocação para a tirania". A ministra criticou quem espalha desinformação, defendeu a urna eletrônica e questionou a quem interessa o caos. Ela ressaltou que “as urnas eletrônicas são confiáveis e confiadas pelo cidadão brasileiro” e “quem planta contra, tem que pelo menos ter uma resposta às perguntas: a quem interessa o caos, a quem interessa a desinformação, a quem interessa a ausência de liberdade ao ser humano?”. Cármen Lúcia disse ainda que não se pode “admitir traidores da Constituição, que são traidores da história brasileira do presente e, principalmente, do futuro” e que "os limites são postos pela Constituição. Compete ao Poder Judiciário e, em última instância, ao Supremo, como última palavra, fazer cumprir a Constituição. Ou nas palavras exatas, guardar a Constituição. Isso estamos fazendo, e por isso várias vezes estamos sendo ameaçado, xingados”. (Foto reprodução internet)