A decisão do ex-ministro do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa (foto: Gil Ferreira/Agência CNJ), de não disputará mais a presidência da República pela Democracia Cristã não chegou a surpreender seus aliados. Ele não conseguiu comover o eleitor e não conseguiu atrair apoio à sua candidatura. Na mesma toada do PSDB, a decisão ocorreu devido ao baixo desempenho nas pesquisas: apenas 1% das intenções de voto na pesquisa Genial/Quaest mais recente, divulgada nesta semana. Mineiro de Paracatu, Barbosa se lançou à corrida em junho, afirmando que seguiria adiante caso encontrasse boa receptividade do eleitorado e estrutura partidária para a campanha. Não deu.










