A proposta de adoção do voto distrital misto, hoje defendida por Hugo Motta (foto: Douglas Gomes/CD Presidência), já foi rejeitada pelo próprio presidente da Câmara e por outros nomes que agora apoiam a mudança. Em 2015, quando o modelo foi analisado pela Casa, Motta votou contra, assim como Arthur Lira (PP-AL) e Baleia Rossi (MDB-SP), cujos partidos integram a articulação atual. Em Minas, 14 parlamentares de diversos espectros políticos foram opositores daquela votação, dentre eles, Reginaldo Lopes (PT), Newton Cardoso Jr. (MDB), Luis Tibé (Avante) e Dimas Fabiano (PP). Na ocasião, o sistema recebeu 99 votos favoráveis e 369 contrários.











