Nos bastidores, o Palácio do Planalto suspeita de uma tática simples e eficaz para reduzir o quórum e facilitar a aprovação de Jorge Messias (foto Emanuelle Sena/ AscomAGU) ao Supremo Tribunal Federal. A leitura é que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, teria aconselhado ausências estratégicas na sessão decisiva. Menos presentes, menos resistência. O movimento ganha contorno concreto com a ausência já anunciada de Cid Gomes, voto considerado favorável, que estará fora do país. No tabuleiro, não se trata apenas de convencer, mas de escolher quem entra em campo. Quando o plenário esvazia, o resultado enche.











