A campanha à reeleição do presidente Lula ainda nem ganhou as ruas, mas já enfrenta turbulências nos bastidores. Disputas internas por espaço, divergências estratégicas e rivalidades entre aliados expõem um cenário de tensão dentro do governo e do próprio PT. Entre as preocupações está o atraso na formação da equipe jurídica que dará suporte à campanha, considerado um ponto sensível para a coordenação eleitoral. Ao mesmo tempo, crescem as queixas sobre a condução política de lideranças influentes do partido e do governo. Integrantes petistas criticam o que classificam como postura excessivamente centralizadora do presidente do PT, Edinho Silva (foto: PT/ Divulgação), enquanto aliados do ministro da Comunicação Social, Sidônio Palmeira, travam disputas por protagonismo. Também há resistências ao papel desempenhado pelo ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, visto por setores da base como uma figura de perfil mais radical.










