Mesmo enfrentando resistência no PT, a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja (foto/reprodução internet), afirma ter um papel de articuladora e que, desde a campanha eleitoral, queria ressignificar o posto de primeira-dama por não ter o perfil tradicional de anfitriã de eventos de caridade e que visita instituições filantrópicas. Segundo ela, "meu papel é de articuladora, que fala sobre política pública. Nós (Janja e o presidente) podemos estar em espaços diferentes e falando a públicos diferentes quando necessário". Janja acrescenta que Lula "me dá total autonomia para eu fazer o que faço". O problema é que ela mais incomoda do que ajuda.