A Justiça de Minas Gerais homologou o plano de recuperação judicial da Coteminas, encerrando um processo iniciado em 2024 e envolvendo cerca de R$ 2 bilhões em dívidas. Sob o comando de Josué Gomes da Silva (foto: Geraldo Magela/Agência Senado), a companhia de tecidos teve nove empresas incluídas na reestruturação e avançou após equacionar parte relevante do passivo tributário. No estado, um dos pontos centrais foi a autorização de hipoteca sobre o imóvel sede, em Montes Claros, avaliado em R$ 22,6 milhões, como garantia para negociação com o fisco. A decisão também fixa prazo para regularização de pendências imediatas, sob risco de desdobramentos mais graves.











