Alexandre Kalil (foto: Douglas Magno/Globo) condiciona a discussão sobre a dívida de Minas à revisão das regras do Propag. Ele afirma, que, se eleito, tentará renegociar as condições do acordo com a União, por considerar insuficiente o prazo de 30 anos para quitar o débito, hoje superior a R$ 180 bilhões. Na mesma linha, Kalil defendeu rever as isenções fiscais concedidas pelo Estado. Segundo ele, há R$ 25 bilhões em benefícios previstos para empresas em 2027, valor que poderia ser direcionado a investimentos em infraestrutura e à situação fiscal. A eventual renegociação, afirmou, exigiria articulação com governo federal, Congresso e Assembleia Legislativa. Kalil foi o entrevistado desta terça-feira (15/9) na série de sabatinas da Globo Minas com os candidatos ao governo estadual.











