Para além da “madrasta má”, Michelle Bolsonaro está mais para Medeia, figura que na tragédia de Eurípides “toca fogo no parquinho” e simboliza os laços que se desfazem e nada permanece como antes. Dias após expor as rusgas com o enteado Flávio Bolsonaro, Michelle elogiou explicitamente a política pública de inclusão apresentada pelo PT e que foi sancionada com o nome de Lei Amália Barros no último dia 3. Como na tragédia grega, Michelle trabalha com sentimentos extremos e o que importa não é tanto o desfecho, mas a ruptura como instrumento de afirmação. (foto: Isac Nóbrega/PR)










