Eduardo Cunha (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) enfrenta um novo obstáculo para disputar uma vaga em Minas Gerais. O Ministério Público Eleitoral pediu a impugnação da candidatura do ex-presidente da Câmara em duas ações, uma delas baseada em suspeitas de participação na destinação de emendas do orçamento secreto mesmo sem exercer mandato. Segundo o MPE, 21 emendas, que somam R$ 6,15 milhões, teriam sido direcionadas a partir de orientações atribuídas a Cunha. Para o órgão, listas apresentadas por Cunha são compatíveis com emendas efetivamente pagas e indicariam a seleção de municípios beneficiários, com destaque para sua nova base política em Minas.
Como se não bastasse, a outra ação cita a condenação por improbidade administrativa e a cassação de seu mandato em 2016, com inelegibilidade apontada até 2027.











