O acordo entre Lula e Flávio Bolsonaro para divulgar sigilos bancário, fiscal e telefônico virou novo embate eleitoral. Apresentado pelo senador Camilo Santana, o documento foi questionado por Deltan Dallagnol (foto Pablo Valadares/Agência Câmara),, que apontou lacunas na versão inicial e classificou como blefe o material exibido pela campanha petista. O ministro do Supremo Tribunal Federal e do Tribunal Superior Eleitoral, André Mendonça, já se manifestou e afirmou que os candidatos podem tornar públicos seus dados por iniciativa própria, sem autorização do TSE. A decisão desloca a cobrança para as campanhas, cabendo aos titulares apresentar as informações que prometeram revelar. Assinar uma autorização, por si só, não equivale a publicar os documentos. Lula agora, quer mediação de Mendonça para divulgação.











