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Obra mal feita

Com problemas estruturais nos elevadores da Cidade Administrativa, o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (foto/reprodução internet), falou ontem que esse problema ilustra o descaso na construção da obra e o interesse das empresas maior na arrecadação de propina do que com a segurança dos servidores. Segundo ele, os responsáveis pela obra não levaram em conta as medidas de segurança nos elevadores. Com isso, o governo suspendeu, em caráter de urgência, o expediente presencial dos servidores estaduais que trabalham nos prédios Minas e Gerais da Cidade Administrativa. Foi contratada uma perícia que detectou que haveria algum risco e, com isso, foi suspenso o uso dos elevadores. Simões disse que “fizemos uma licitação para reparo e a empresa que venceu a licitação se recusou a fazer a obra.” Para Simões “quem deveria ter tomado conta dessas obras lá atrás, não se preocupou com a questão da segurança, estavam tão preocupados com o recebimento de propina e superfaturamento desses prédios”.

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