No tabuleiro político brasileiro, a cláusula de desempenho ameaça enxugar o número de partidos com acesso ao Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV. Se o resultado de 2022 se repetir em 2026, ao menos 11 das 30 siglas perderão o acesso aos recursos. Entre as que hoje ainda respiram dentro das regras, o Avante perderia espaço. Já o PDT, de Carlos Lupi (foto Jefferson Rudy/Agência Senado), escapou por margem estreita, quase cruzando a linha da exclusão. O movimento expõe um sistema inchado, onde legendas de baixa representatividade sobrevivem mais pela negociação de apoio do que pela força eleitoral.











