Flávio Dino (foto: Gustavo Moreno/STF) elevou a pressão sobre o uso de emendas ao vedar repasses a entidades ligadas a parlamentares ou assessores. No Planalto, a avaliação é de que a iniciativa é necessária para conter desvios e ampliar a transparência, mas carrega custo previsível. O problema é que congressistas tendem a associar o ministro do STF ao Executivo, o que acende o temor de reação no Legislativo, complicando votações ainda estratégicas para o presidente Lula, como a PEC da Segurança Pública, o fim da jornada 6×1 e a regulação das big techs. As medidas de Dino integram ações no Supremo que podem ir a julgamento no primeiro semestre.











