Diante das inúmeras denúncias, após as eleições, de mensagens que estariam incentivando boicotes a comerciantes e de retaliações políticas a trabalhadores por suas escolhas políticas, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Vieira de Mello Filho (foto: Foto: Luiz Silveira/Agência CNJ), defendeu a liberdade do voto e alertou para severas punições e consequências econômicas aos empregadores que discriminarem trabalhadores por suas escolhas políticas. Entre as inúmeras denúncias, estão mensagens que incentivam boicotes a comerciantes e profissionais, além de demissões e recusas de contratação por preferência política. Há denúncias também de campanha de boicote a negócios de empresários e comerciantes que seriam ligados ao PT e a movimentos de esquerda e demissão de eleitores do presidente Lula. Entre as possíveis consequências para os responsáveis pelas práticas discriminatórias, o ministro Vieira de Mello Filho, citou restrições ao financiamento de empresas e anunciou que está em discussão a criação de uma “lista suja” com nomes de empregadores que possam estar envolvidos nas práticas discriminatórias. “Que os trabalhadores não tenham medo, talvez devam ter medo do Estado aqueles que violarem a lei.”, afirmou o presidente do TST.











