Nas últimas horas o pretenso candidato a presidente da República pelo PDS e presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (foto), tem sido pressionado para que passe por cima do ex-presidente e presidente da Comissão de Constituição e Justiça, Davi Alcolumbre, e mande ouvir o advogado André Mendonça, indicado em julho pelo presidente Jair Bolsonaro para um cargo no Supremo Tribunal Federal. Como Bolsonaro ajudou na eleição de Pacheco acha que ele deve favores. (Foto reprodução internet)
Afiando o discurso
Quem acompanha o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, garante que ele incorporou de vez a condição de pré-candidato à presidência da República. Ontem, em Pouso Alegre, no Sul de Minas, Pacheco se mostrou bem à vontade para afinar o seu discurso ao questionar “por que não fazermos do Brasil uma grande união nacional, um sentimento de que somos muito ricos, muito capazes. Nós temos condições de superar nossas dificuldades com diálogo, ponderação, serenidade. Temos que acreditar nisso. E isso está no Brasil real. Não está no Brasil do ódio de redes sociais, não está no Brasil do ódio da guerra política por disputas de poder, por disputas de votos”. (Foto reprodução internet)