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Sem muita convicção MDB sinaliza ter candidatura própria em Minas

Há quem garanta que tem cheiro de golpe o acordo feito ontem na reunião do MDB, quando o partido definiu pelo caminho da candidatura própria ao governo de Minas. Isso porque o grupo que apoia à reeleição do governador Fernando Pimentel (PT) pretende lançar o nome do presidente da Assembleia Legislativa, Adalclever Lopes, na disputa. O presidente regional do MDB, Antônio Andrade, defende o nome do deputado federal Rodrigo Pacheco que por sua vez, não pretende esperar até maio, quando devem ocorrer as prévias, para saber se terá ou não o apoio do partido. A mudança partidária tem que acontecer até o dia 6 de abril, para que o candidato dispute as eleições deste ano. Pacheco (foto), que está de malas prontas para se filiar ao DEM, pretende anunciar oficialmente por onde vai disputar, no início do mês de março e deixa claro que pretende entrar na disputa para fazer oposição a Pimentel. O objetivo das conversas que tem mantido com o DEM e partidos alinhados ao PSDB, é o de buscar uma grande aliança com o propósito de vencer as eleições e tirar o PT do governo. O temor de Pacheco é o de que a realização das prévias em maio seja uma estratégia de entregar o partido para o PT.

 

Vários nomes para a disputa

Se o MDB decidir se desligar da chapa petista, parece que nomes não vão faltar para a disputa. Além de Adalclever Lopes e Rodrigo Pacheco, também se colocaram a disposição do partido o vice-presidente da Câmara Federal, Fábio Ramalho e o deputado federal Leonardo Quintão. Até o nome do empresário Josué Alencar foi lembrado por emedebistas que participaram da reunião ontem na sede do partido. Para Fábio Ramalho, houve uma convergência salomônica ao optar-se por candidatura própria, com a convenção no dia 1º de maio. Foram 44 votos a favor e 27 contra a candidatura própria.

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