Com a arrecadação em queda, o prefeito eleito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (foto), do PHS, terá que usar da criatividade para garantir a manutenção dos serviços essenciais e o custeio da máquina. Ele vai contar com pouco mais de R$ 10 bilhões no orçamento deste ano e muitos problemas. No primeiro momento, Kalil deve manter nos quadros da prefeitura alguns funcionários do segundo escalão e estimular os concursados a investirem mais em suas carreiras no Executivo municipal. Mesma lógica administrativa que será adotada pelo prefeito de Betim, Vittorio Medioli (PHS). Com o agravamento da crise econômica não tem outro jeito a não ser o de aproveitar a prata da casa. Fica mais barato e valoriza o servidor público.