O mercado imobiliário avança no país com uma mudança no perfil da expansão, de acordo com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). O principal motor desse movimento é o programa Minha Casa, Minha Vida, que chegou a representar 58% dos lançamentos no segundo trimestre; recorde da série histórica. A concentração no segmento popular ajuda a explicar o crescimento no número de unidades vendidas enquanto o valor movimentado recuou: o ticket médio caiu 10,3% em um ano. Em um mercado condicionado pelo crédito caro, o desempenho do programa federal funciona como um amortecedor para a construção civil. “A taxa de juros ainda pesa sobre o crédito imobiliário, encarece o financiamento e limita a capacidade de compra das famílias”, afirma o presidente da CBIC, Eduardo Aroeira Almeida (foto Ademi-DF).










