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Toma lá, dá cá movimenta bastidores em Brasília

Paulo César de Oliveira
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Os cortes de cargos comissionados e na estrutura dos ministérios, para diminuir os gastos do governo, até agora não foram colocados em prática e, ao que tudo indica, em serão feitos. Acontece que o governo está usando justamente os cargos de segundo e terceiros escalões e as indicações para cargos comissionados como moedas de troca com seus “fiéis” aliados. O que se comenta, em Brasília, é que os parlamentares estão estimulando os deputados favoráveis ao impeachment a desistir da ideia em troca de cargos. Os que estão ligados aos inimigos da presidente Dilma Rousseff, como é o caso do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (foto). PMDB-RJ, no entanto, não terão perdão. Se tiver alguém indicado por ele ou pertencente ao seu grupo político, pode se considerar fora do governo. São pelo menos 22 mil cargos comissionados na estrutura do Executivo. Além de conter os parlamentares favoráveis ao impeachment o outro foco do governo é em relação a manutenção de Leonardo Picciani (PMDB-RJ) na liderança do PMDB na Câmara dos Deputados. Em outras palavras, os argumentos do governo continuam rigorosamente os mesmos: toma lá, dá cá.

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