O Partido dos Trabalhadores partiu para ofensiva digital contra Flávio Bolsonaro(foto Evaristo Sá/AFP) usando impulsionamento pago de conteúdo negativo, uma prática que antes criticava. O movimento virou munição jurídica: o Partido Liberal acionou o Tribunal Superior Eleitoral com seis representações. A acusação central é de contradição e violação das regras: o TSE manteve o impulsionamento apenas para promoção positiva, não para ataques. Ainda assim, segundo as ações, o PT teria gastado cerca de R$ 400 mil em anúncios críticos, com mais de 21 milhões de impressões. Há também suspeita de uso de deepfake. O PL pede a retirada imediata das peças e multas que superam R$ 4 milhões. No campo digital, a campanha já entrou no modo guerra — e a regra virou detalhe a ser testado no limite.











