Dizem as velhas raposas políticas mineiras que “vingança é um prato que se come frio”. A articulação política em torno da candidatura à reeleição do governador Mateus Simões envolveu muita conversa e desconfiança após movimentações consideradas como agressivas e pouco confiáveis do ex-secretário Marcelo Aro (foto:Geraldo Magela/Agência Senado). Foi ao ser tratado como um traidor que o fio do novelo começou a ser desenrolado, com a federação União Brasil, tendo à frente Rodrigo de Castro e o pai, Danilo de Castro, o principal articulador político nos governos do PSDB em Minas, e o PP. As conversas aconteceram sem a participação de Aro, mas com o aval do seu partido, o PP, e o acordo foi selado poucas horas depois da rasteira que ele deu em Mateus Simões. Na geladeira, Aro não conseguiu se viabilizar como candidato ao governo de Minas e está sozinho na busca por uma vaga ao Senado.










