O avanço de medicamentos GLP-1, como Ozempic, Wegovy e Mounjaro, deve mexer fundo com o mercado de alimentos no Brasil. Segundo o Itaú BBA, esse setor pode saltar de R$ 10 bilhões em 2025 para R$ 50 bilhões em 2030, reduzindo o apetite e mudando o padrão de consumo. Esses medicamentos reduzem o apetite e o consumo de alimentos, mas aumentam a busca por dietas mais ricas em proteína. Por isso na carne bovina, a tendência é menos volume e mais valor: cortes premium, maior qualidade nutricional e foco em proteína. Apesar da mudança estrutural, o consumo de carne no país ainda deve crescer 6,6% em 2026, puxado por maior oferta interna e menor exportação para a China, o que pode pressionar preços para baixo. (Foto: Reprodução/ Neofeed)










