O novo argumento da Confederação Nacional da Indústria contra a redução da jornada de trabalho bate no bolso do próprio governo. Segundo a entidade, presidida por, Ricardo Alban, haveria impacto anual de até R$ 4 bilhões em despesas com pessoal quando se consideram União, Estados, municípios e estatais, além de custos indiretos que podem somar mais R$ 2 bi em contratos e serviços federais. O estudo trabalha com dois cenários, pagamento de horas extras ou novas contratações, ambos com efeito imediato sobre a folha.
Conduzido por Esther Dweck (foto Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil), o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI), porém, informa que os servidores do Poder Executivo Federal já cumprem jornada de 40 horas semanais.










