O governo Lula acelera medidas para aliviar as dívidas, conter tarifas e amortecer o impacto do petróleo, em um movimento típico de ambiente pré-eleitoral. O ponto crítico é a origem da pressão, que são os estímulos recentes a gasto e crédito ajudaram a elevar juros e ampliar o endividamento que agora se tenta conter. A estratégia repete o ciclo: cria-se o desequilíbrio e, depois, vende-se o remédio. Refinanciamentos sucedem o desgaste do Desenrola e outras medidas tomadas pelo governo, que no médio prazo acumula dívida, distorce preços e eleva a incerteza. A presidente da Petrobras, Magda Chambriard (foto Antonio Cruz/Agência Brasil), também ficou com uma difícil missão: a de equilibrar preço em meio a pressão política e de mercado.
Governo alivia hoje e empurra a conta










