A declaração do CEo da BlackRock, Larry Fink (foto Bloomberg/Daniel Heuer), sobre o Pix não é mero elogio diplomático. Quando o chefe da maior gestora do planeta admite “inveja” do sistema criado pelo Banco Central brasileiro, o recado é claro: o Brasil acertou onde muitos países ricos ainda tropeçam, que é na infraestrutura financeira digital. O Pix virou mais que meio de pagamento. Tornou-se símbolo raro de eficiência estatal em um país acostumado à burocracia lenta. Enquanto parte do mundo ainda debate integração bancária, o brasileiro transfere dinheiro em segundos até comprando milho na praia. Fink enxerga algo maior. Para ele, o Brasil pode liderar a tokenização de ativos e a nova arquitetura financeira digital.











