Em conversas reservadas com bancos e empresários, integrantes do governo Lula, sob o comando do ministro Dario Durigan (foto: José Cruz/ Agência Brasil), sinalizam que um eventual novo mandato exigiria reforço no ajuste fiscal. Entre as hipóteses em discussão estão reduzir o teto de alta real das despesas no arcabouço, revisar critérios de benefícios sociais, conter gastos parafiscais e retomar propostas sobre Previdência dos militares e supersalários. A agenda tenta responder à pressão por equilíbrio das contas, mas esbarra no ponto decisivo: até aqui, não há indicação pública de que Lula tenha endossado esse roteiro.










