A ministra Cármen Lúcia (foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil) deixou a presidência do TSE com regras que proíbem deepfakes destinados a favorecer ou prejudicar candidaturas. Com o início da propaganda eleitoral neste domingo (16/8), essa orientação terá um de seus principais testes já na próxima semana. O tribunal deve julgar a ação que questiona o vídeo produzido com inteligência artificial que reproduziu Jair Bolsonaro na convenção de Flávio Bolsonaro. A defesa sustenta que conteúdos sem intenção de enganar o eleitor não deveriam ser proibidos. A Corte, por sua vez, resiste à flexibilização.











