O Brasil tornou-se o 3º país mais complexo do mundo para fazer negócios, segundo Mark Weil (foto: Reprodução/ Isurance Times), Chief Executive Officer (CEO) global do TMF Group. O dado revela uma contradição nacional: o país avança em digitalização, com Pix, assinaturas eletrônicas e registros digitais, mas continua preso a um sistema tributário confuso, regras instáveis e excesso de burocracia. A reforma tributária promete simplificação no futuro, porém, no curto prazo, amplia a insegurança com novas adaptações fiscais e contábeis. Empresários convivem com mudanças frequentes e interpretações diferentes entre governos federal, estaduais e municipais. Os avanços tecnológicos ajudam a reduzir parte da carga administrativa, mas o ambiente de negócios segue marcado pela complexidade regulatória. No Brasil, empreender ainda exige mais que capital: exige capacidade de sobreviver ao caos burocrático permanente.











