Nem o pacote eleitoreiro resistiu à farra do INSS, cuja fila caiu de 3,1 milhões de pedidos de benefícios, em fevereiro, para 1,5 milhão em julho. A redução veio acompanhada de forte alta nas negativas de concessões. Entre janeiro e maio, o órgão rejeitou, em média, 668,6 mil requerimentos por mês — 70% acima do mesmo período de 2025 e o maior patamar desde 2021. As concessões também cresceram, mas em ritmo menor, de 12,3%. A gestão do ministro da Previdência, Wolney Queiroz (foto Vinicius Loures / Câmara dos Deputados),, pretende reduzir o estoque para 1,3 milhão até setembro, às vésperas da eleição. Segundo ele, esse volume corresponde ao fluxo mensal normal, e zerar a fila significa eliminar os pedidos com mais de 45 dias de espera.










