O presidente Lula teria repreendido o chanceler Mauro Vieira(foto: Lula Marques/ Agência Brasil), após o Itamaraty enviar à Câmara documento que citava risco de intervenção militar dos Estados Unidos no Brasil para a Câmara Federal. O presidente considerou um erro a resposta oficial, elaborada a partir de questionamento sobre a classificação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas. Washington já havia descartado essa hipótese e classificou a avaliação brasileira como “absurda”. O Itamaraty, porém, nega que a ligação entre Lula e Vieira tenha ocorrido. A bronca, confirmada ou não, tenta conter um ruído diplomático criado dentro do próprio governo.










