As variáveis do comportamento interferem no voto; as propostas dos candidatos não são os únicos parâmetros na hora de registrar, na urna eletrônica, a preferência do eleitor. A constatação vem dos dados do livro O Brasil no Espelho, do mineiro Felipe Nunes, diretor do instituto de pesquisa Genial Quaest. Segundo ele, a partir de pesquisas foi possível constatar que o Brasil é um país discriminatório; de gênero, aparência, sotaque e raça. O reflexo na política é evidente: candidatas são mais julgadas pela aparência e pela vida pessoal, em eleições locais um sotaque forte pode reforçar a identidade regional e a construção da imagem do candidato – da vestimenta à linguagem corporal – pode importar mais que o discurso. ( foto Jardiel Carvalho)










