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Governar é escolher prioridades e conhecer cada canto de Minas Gerais

Por Paulo César de Oliveira
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Mateus Simões

Defensor da descentralização da administração e da valorização do mineiro do interior, o governador Mateus Simões, que disputará a reeleição, avisa que “o que me desespera é as pessoas que acreditaram que foram as primeiras a fazer as coisas, que foram escolhidas por Deus para tomar conta de alguma coisa que não existia antes delas. Elas tentam excluir o passado, como se fossem os únicos a fazer as coisas”. Simões disse que não tem nenhum problema em continuar com projetos de outros governadores, como as que assumiu e que foram desenvolvidas no governo de Antonio Anastasia e que foram retomadas na atual administração. Ele disse que também assumiu obras do PT, mas “elas são muito poucas. Mas não tenho vergonha de tocar esses projetos”. Difícil, segundo ele, é querer ganhar a eleição “falando que  é o último biscoito  do pacote ou a última coca cola no deserto.”

 Simões destacou o trabalho na segurança pública e a reclamação de que o setor precisa de mais investimentos. Ele concorda que precisa e o Estado tem investido na contratação de pessoal e de equipamentos. Minas é o estado que gasta mais percentualmente com a segurança e ressaltou a sua participação da “Operação Cerco Fechado”, que resultou na prisão de 420 presos e uma pessoa morta.
Nós estamos com 3.8% de desemprego no país, a menor taxa do país e nunca esteve tão baixa. O mérito, segundo ele, é a indústria, da agricultura. Mas independente de quem vencer as eleições no país, irá enfrentar uma situação difícil, com inflação de dois dígitos. Minas Gerais vive um momento especial, segundo ele, diferente do que acontece no resto do país.

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