Os robôs vão invadir o Brasil. Isso porque a chinesa AiMOGA Robotics prevê iniciar operações no Brasil no último trimestre de 2026, com a humanoide Mornine, destinada inicialmente a concessionárias, e o cão robótico Argos, voltado ao público. A chegada ocorre enquanto o mercado global de humanoides pode superar US$ 5 trilhões até 2050, segundo projeção do Morgan Stanley, comandado por Ted Pick. O avanço expõe a fragilidade brasileira: o país entra nessa corrida como comprador, não como fabricante relevante. Sem investimento pesado em pesquisa, formação técnica e indústria de componentes, o Brasil corre o risco de repetir um velho roteiro — importar a próxima revolução industrial e exportar empregos, dados e competitividade. (Foto reprodução Uncanny Squad)










