O controle dos gastos obrigatórios será o principal desafio econômico do próximo presidente, avalia Samuel Pessoa (foto Marcelo Freire/CE), pesquisador do BTG Pactual e da FGV Ibre. Em um quarto mandato de Lula, ele prevê maior dificuldade política para promover ajustes, embora reconheça sinais de preocupação fiscal na equipe econômica. Sob Flávio Bolsonaro, o mercado poderia antecipar uma agenda mais liberal, com possível queda dos juros longos e valorização do real, mas ainda há incertezas sobre equipe e apoio no Congresso. Para Pessoa, Previdência, salário-mínimo e despesas vinculadas estarão no centro do debate. A análise não prevê resultados: mostra como expectativas fiscais podem mexer com câmbio e juros, antes mesmo da posse.










