O Brasil conquistou um título nada invejável: o de maior taxa de juros reais do planeta. Levantamento da MoneYou e Lev Intelligence aponta rendimento real de 9,49% ao ano, mais de sete vezes a média de 40 economias pesquisadas. Turquia, Argentina e Rússia aparecem atrás. A liderança foi reforçada após o Copom, presidido por Gabriel Galípolo (foto: Reprodução/BC) , manter a Selic em 13,75%. Embora a política monetária restritiva busque controlar a inflação, cobra um preço elevado: crédito caro, consumo retraído e investimentos comprometidos. O desafio vai além do Banco Central e envolve disciplina fiscal, confiança e estabilidade econômica. Afinal, juros elevados podem proteger a moeda, mas também sufocam quem produz e gera empregos.











