Se forem mantidas as novas tarifas aos produtos brasileiros pelo governo dos Estados Unidos, a indústria mineira pode enfrentar uma perda significativa de competitividade. Análise da Federação das Indústrias de Minas Gerais (Fiemg), comandada por Carlos Mario de Moraes (foto reprodução Fiemg), indica que o impacto mais grave está na disparidade de tratamento em relação a concorrentes de outros países. O Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) propôs ao governo dos EUA a aplicação de duas tarifas de importação. A primeira prevê uma tarifa adicional de 25%, aplicada especificamente sobre produtos brasileiros. A segunda, motivada por investigações sobre o uso de trabalho forçado, abrange 60 economias e propõe alíquotas de 10% ou 12,5%, grupo no qual o Brasil foi inserido com a taxa máxima de 12,5%.










