Com os indicadores de inflação “bastante inflacionados”, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo (foto: Banco Central/Divulgação), afirmou que a resposta demandada à autoridade monetária é juros mais restritivos. O desafio, segundo ele, é conseguir separar o que representa uma elevação de preços decorrentes de choques de oferta dos chamados efeitos de segunda ordem. Historicamente, Galípolo disse que a taxa de juros no Brasil se mantém sistematicamente e estruturalmente em um nível alto, mas, nos últimos seis anos, a meta de inflação não foi cumprida em quatro desses anos.










