O custo dos juros elevados começa a aparecer com maior nitidez. Crédito mais escasso, endividamento elevado e aumento das recuperações judiciais acendem o alerta para 2027. As emissões de debêntures, CRIs e CRAs recuaram em 2026, reduzindo alternativas de financiamento. Adauto Lima (foto/divulgação), economista da Franklin Templeton, estima 20% de possibilidade de recessão, embora projete crescimento de 1,5%; a XP prevê avanço de apenas 1%. Não há recessão contratada, mas há um recado claro: sem melhora fiscal que permita juros menores, o aperto monetário pode deixar de ser apenas freio e transformar-se em marcha à ré.










