A alta do Brent reposiciona o Brasil: de vilão inflacionário a motor de receitas externas. O BTG Pactual elevou a projeção de superávit comercial de 2026 para US$ 90 bilhões, puxada pelo petróleo. Como exportador líquido, o país deve gerar cerca de US$ 48 bilhões na balança do setor, sustentado por produção recorde, mesmo com derivados mais caros. O efeito é direto: melhora das contas externas, menor vulnerabilidade e câmbio mais estável, com fluxo de capital favorecido. No curto prazo, o barril alto atua como seguro macro — imperfeito, mas útil. A leitura é compartilhada no entorno do ministro Dario Durigan (foto Agência Brasil), que vê alívio externo em meio a pressões domésticas.
Petróleo caro reforça caixa externo










