Bruno Melo Lima, presidente da Fiemg, fez críticas à contratação, pelo governo federal, de 19 gigawatts para abastecer o sistema elétrico, especialmente no início da noite, quando as placas solares param de funcionar e a demanda cresce. De acordo com ele, o volume de 19 GW é “excessivo” e o custo sairá pesado para a indústria. Lima avalia que haveria “outras opções”. O leilão de energia custou R$ 515,7 bilhões e deverá ser repassado, em até 15 anos, para o consumidor. (foto: Diário do Comércio / Thyago Henrique)










